ADD408

Portugal Insular

Data
1939
(data atribuída)

Materiais e Técnicas
Tinta da china sobre papel

Medidas
35 x 24,9 cm

Inscrições
«Portugal
Insular
Reduzir para
metade do tamanho
dos traços
António da Costa»
[verso]

«A. Dacosta»
[frente, margem inferior direita]

Coleção
Col. Família Maduro Dias

Historial
Proveniência_ Obra oferecida por António Dacosta, provavelmente no Verão de 1939, ao pintor Francisco Coelho Maduro Dias (1904-1986), sendo hoje da colecção da família. 
 
Segundo relatos, este desenho terá resultado de um pedido da Comissão da Exposição Comemorativa do Duplo Centenário, da Fundação e da Restauração de Portugal (ou Exposição do Mundo Português, que se realizaria em 1940), para António Dacosta apresentar uma proposta. «Portugal Insular» seria essa proposta, declinada por desajustamento ao espírito da Exposição de 1940. Em 1939, em visita de Verão a Angra, na esplanada de um café no pátio da alfândega, Dacosta terá desenrolado o desenho apresentando-o ao pintor Maduro Dias a quem narrava a história. Perante o fascínio pela obra e narrativa por parte de Maduro Dias, Dacosta de imediato lhe ofereceu. O desenho tem-se mantido inédito de grandes retrospectivas, tendo contudo sido reproduzido com comentário num periódico de Angra em 1966 (Diário Insular,19 Maio 1966, p.2). A obra apresenta semelhanças com o óleo Gasogénio [ADP8], da mesma época, no modo como se centra na figura e desta desdobra uma série de estranhos elementos por metamorfose e conjugação.
 
A reprodução assinada [segunda imagem] pertence a Maria do Carmo Sousa Lima. Foi aquirida a Manuela Almeida, viúva de David Almeida a quem Dacosta ofereceu esta peça.




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