Individuais

António Dacosta

Portugal
23 fevereiro - 08 maio 1988

Comissariado: Helena de Freitas
Projeto de exposição: José Sommer Ribeiro
Programação, organização e seleção: António Dacosta, José Sommer Ribeiro, Maria Helena de Freitas e Rui Mário Gonçalves
Exposição com catálogo publicado
 
Primeira grande mostra antológica de António Dacosta, com exposições em Lisboa (CAM) e no Porto (Casa de Serralves), nas quais se podiam comparar pela primeira vez os dois grandes ciclos criativos do artista, os anos de 1940 e os de 1980, expostos com efeito retroativo, do mais recente para o mais antigo. Dacosta acompanhou a montagem destas exposições, resultando daí algumas decisões, como a forma de tríptico que articulou a pintura  Conduz ao Verde (1985) [ADP202], às duas cruzes (1987) [ADP259, ADP260], combinação que voltaria a ser assumida na exposição do mesmo ano na galeria 111. Por altura da retrospetiva, a produção do pintor já assumia uma nova etapa criativa, preparada desde 1985, uma introspeção finalque já se revelava em obras como Fonte de Sintra XVI (1985) [ADP752], Não há sim sem não – o Eremita (1985) [ADP753] ou as séries Em Louvor de (1985-1986) e Açoriana (1986-1990).
 
Cronologia
CAM/FCG (Lisboa) | 23 de fevereiro a 27 de março de 1988
Casa de Serralves/Secretaria de Estado da Cultura (Porto) | 8 de abril a 8 de Maio de 1988 


Lista de Obras