Individuais

António Dacosta

Galeria 111

Lisboa, Portugal
junho 1983

Pelo seu conjunto de obras, todas elas de produção recente, esta exposição assinalou o decisivo reaparecimento de Dacosta com obras originais, após cerca de 30 anos de quase total suspensão criativa. Consequentemente, dava início ao segundo grande ciclo de produção do artista. Se entretanto Dacosta se tornara um artista consagrado, ligado a outra geração, com um peso histórico relativo às fundações do surrealismo português, com esta recente produção encaixava-se noutro acerto histórico: o regresso à pintura dos primeiros anos da década de 1980 (ligado a movimentos como a bad painting americana, a transvaguardia italiana ou o neoexpressionismo alemão). Dacosta surgia com uma pintura vibrante, de cromatismo vivo e de pessoal figuração poética, numa atmosfera de euforia e felicidade.
 
Exposição com catálogo publicado.


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